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Arquivo de maio, 2006

31/05/2006 - 17:38

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Nossa, concordo com tudo que foi falado sobre “Sobre Meninos e Lobos”. As impressões, sensações e cenas são muito fortes, tanto do livro como do filme. O post abaixo disse tudo, perfeito.
Uhn… livros que viraram filme? A maioria dos filmes ficou ruim, para mim, pelo menos, o livro é quase sempre melhor. Digo “a maioria” ou “quase sempre” porque sei que algum filme deve ter ficado bom, mas, sinceramente, eu não conheço. Na verdade, aposto que muitos filmes que eu vi e gostei foram baseados em livros mas eu não sei(como aconteceu quando descobri algum tempo depois de ver Cidade de Deus que o filme era baseado em um livro).
Não consigo lembrar de nenhum caso específico… Harry Potter: livro MUITO melhor, filme bem ruim. O Senhor dos Anéis: livro maravilhoso, filme muito hollywoodiano, muito preocupado em efeitos especias e pouco preocupado na história, que é o mais legal! Quem foi o idiota quem decidiu NÃO colocar Tom Bombadil no filme? As Crônicas de Nárnia: livros que foram minha infância, filme que me decepcionou. Como vocês podem ver, não sou muito fã de livros que viram filmes…

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31/05/2006 - 15:37

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Sobre Meninos e Lobos:

Um dos meus livros favoritos.

O clima do filme é bem forte, intenso. Ambos livro e filme são sensacionais, no sentido de que são um composto de sensações. É incrível.

No livro, o narrador vai contando sobre as impressões dele a respeito de diversos assuntos e viajando em valores, casos, enfim…

Pior é que eu nem me lembro da história em si, o que reforça o que eu disse sobre as sensações. É um clima que eu gostaria que a minha vida tivesse. Toda a vida das personagens era extremamente medida, correta de acordo com uma lógica pessoal e completamente clara.

E o filme, eu acho que é um dos poucos que eu acho que fez justiça ao livro. Clint Eastwood, o diretor, consegue perceber bem o clima da trama toda e repreduzí-la de forma bem fiel no filme. “Mystic River”…São algumas cenas que ficam na mente e me vêm eventualmente.

Qual, na opinião de vocês, foi a melhor adaptação de literatura para cinema? Por que será que ninguém nunca tentou fazer o contrário (ou, se tentou, não deve ter dado certo, já que não é muito conhecido)?

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24/05/2006 - 20:52

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Faz algumas semanas que eu não escrevo por aqui, não é? Estou meio perdida no horários, essa história de terceiro ano é uma palhaçada, vai logo consumindo você como se você fosse uma Coca Cola.

Eu queria falar sobre a pessoa que me inspirou a ler. Eu tinha uma professora, na primeira série, chamada Bia. Ela era a melhor pessoa que eu já conheci na minha vida inteira. Era como as professoras de filmes, sabe?

Ela sabia valorizar o indivíduo em cada uma de nós, crianças, e sabia, ainda assim, nos mostrar o valor do coletivo, da preservação dos livros e da organização, enfim…

Além dela, eu tenho a minha mãe, que lê como ninguém e que me deu os meus primeiros livros e lia para mim TODAS as noites os livros mais diversos. Minha mãe me deu “O Diabo dos Números” um livro sobre matemática que me fascina até hoje, quando eu tinha uns 11 anos.

Além disso, ela leu “Ei, tem alguém aí?” para mim quando eu era pequena. Não só isso, lembro-me de “As Bruxas”, “Dr. Doolittle”, “Raposas e Fazendeiros”…ela me deu os livros do Monteiro Lobato e me incentivou a ler “Os Doze Trabalhos de Hércules”.

E, além destas duas, teve a Kiki. Minha melhor amiga desde a primeira série. Nós duas tínhamos nosso mundo próprio, criado a partir dos “Contos da Rua Brocá”, do “Harry Potter”, das “Crônicas de Nárnia” e da Livraria da Vila, onde íamos religiosamente todas as Sextas Feiras depois da escola, dia em que o colégio nos soltava cinquenta minutos antes. Passávamos horas lendo e mergulhando nas histórias, líamos cinco livros por semana, devorando os personagens com uma fome por fantasias, sonhos…Eram bons os tempos em que compartilhávamos este mundo todo particular. =]

Quem incentivou você a ler?

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13/05/2006 - 12:06

Harry Potter e a Pedra Filosofal

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Esse livro me surpreendeu MUITO. Eu lembro que estava na quarta série e meu tio me deu, falando que era um livro que estava super falado, que parecia ser bem legal. Mas eu, criança como era, achava que ia ser sobre filosofia, já que era pedra filosofal. Quase nem li o livro, pensando que seria muito chato. Mas aí eu estava sem livro para ler e começei, por que não? Mas como eu me surpreendi! Na verdade, num tinha nada a ver com filosofia e era muito legal! Até hoje eu gosto bastante de Harry Potter por causa do primeiro volume, que me surpreendeu e me fez perceber que num adianta nada julgar os livros pelo título (apesar de hoje em dia eu saber o que é a pedra filosofal) ou pela capa. O negócio é lê-los.

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05/05/2006 - 16:13

Quero ser Alice

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Um personagem de livro que eu sempre quis ser foi Alice. A história de Alice no País da Maravilhas sempre me encantou, desde pequena.
O mundo de fantasia, a possibilidade de mudar de tamanho, conhecer coisas e pessoas novas me fascinava e até hoje fascina. Dar asas aos sonhos é sedutor.
Alice traduz todos os desejos de crianças e mesmo de adultos. Quem não quer sair da rotina, sonhar, se desvencilhar das amarras do dia-a-dia?
A imaginação é surpreendente e quando lemos um bom livro ela aflora ainda mais.
Alice nos encanta com sua coragem, curiosidade, imaginação, capacidade de fazer amigos e traduz sentimentos tão próximos aos nossos.
O melhor de livro de Lewis Carrol é que a cada leitura nos oferece uma interpretação diferente. Em cada momento de nossas vidas que abrimos o livro de Alice temos uma visão nova da obra, descobrimos um pequeno detalhe que na leitura anterior passou desapercebido.
Quero ser Alice por um dia e me perder na toca do coelho. E você, que personagem você queria ser? Conte pra gente nos comentários.

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04/05/2006 - 18:07

Livros que quis ser uma das personagens

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Todos. Todos os livros que eu li e gostei. Não preciso nem ter adorado, só gostado. Tá, talvez não todos, mas todos os que vêm a minha cabeça agora, e olha que são muitos.
Querem alguns em particular? Vou falar os que me lembro agora, não todos, porque senão seriam muitos. Vou selecionar alguns, mas não por preferência, e sim aleatoriamente.
Para começar, um dos últimos que li: Coração de Tinta, de Cornelia Funke. Nele, o personagem, ao ler os livros em voz alta, consegue trazer coisas, inclusive os personagens, do mundo dos livros para o nosso mundo. Sinceramente, quem nunca quis isso?
Quando eu li No País das Sombras Longas, de Hans Ruesch, eu quis muito ser um esquimó. O livro é uma ficção que se passa no ártico, entre os homens, como eles mesmos se chamam, e mostra muito bem a cultura do Polo Norte.
Outro livro que quis ser uma das personagens foi A História Sem Fim, de Michael Ende. Como eu queria ser levada nas costas de um dragão branco e cavalgar naquele mundo maravilhoso de Fantasia. E eu sempre quis saber como o Nada é.
Agora, na verdade, percebi que não são quase todos os livros que eu quero ser uma das personagens. Já lembrei de vários que não gostaria de ser. Mas esses três são apenas alguns dos vários que eu quis fazer parte.

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