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Arquivo de maio, 2007

25/05/2007 - 16:52

A Ilha do Medo

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Sempre tive certo preconceito em relação a livros que vinham acompanhados de revistas (ainda mais se elas tivessem o nome de “Reader’s Digest”), porém, naquele inverno de 2004, nem pensei em nada e devorei em uma só noite as páginas daquela publicação.

Era época de provas na escola e após várias tentativas frustradas de aprender a fórmula da hipotenusa, acabei desistindo. Peguei um chá quente na cozinha e fui ler “A Ilha do Medo”, de Nelson DeMille, que já mofava em cima da minha cômoda.

A história é diferente de tudo que já li e deve ter sido por isso que me apaixonei tanto.

Tom e Judy Gordon formam um casal de biólogos que é assassinado dentro de sua própria casa. O detetive John Corey tem a missão de investigar o motivo do crime e é isso que tenta fazer durante todo o livro.

Ao mesmo tempo em que as pistas indicam uma possibilidade do casal estar envolvido na alteração de um vírus perigoso, também levam á pistas sobre o roubo de uma vacina poderosíssima e ao envolvimento com drogas.

Com a ajuda de Beth Penrose, também detetive, o cara vai tentar desvendar os mistérios da Ilha do Medo. Mas, será que vai ser fácil assim? Claro que não! Antes de tudo, Corey vai ter que dirigir iates, desviar de tiros e fugir de perseguições em pleno alto mar.

DeMille consegue misturar romance, ficção, ação e terror na mesma obra e é isso que nos deixa vidrados até o fim.

Pode ter certeza que valeu a pena deixar a matemática de lado!

Ah! E desculpa colocar a capa em inglês. Apesar de o livro ter publicação em português, não consegui achar a foto da versão brasileira.

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17/05/2007 - 16:01

Marley, o cão hiperativo

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Há muito tempo eu estou querendo comprar esse livro. Toda vez que ia ao shopping ficava olhando-o na prateleira, mas nunca tomei a iniciativa. Semana passada, buscando na internet alguma coisa interessante para ler, lembrei dele. Estou falando de Marley e Eu: a Vida e o Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo, de John Grogan.

A capa chamativa – reparem a cara do cachorrinho bege, com uma expressão “angelical” – bastava para fazer as pessoas pararem em frente às vitrines das livrarias e se questionarem se valeria a pena gastar dinheiro com um livro sobre um cachorro. Porém, logo depois de ser lançado no Brasil, a obra já trazia junto uma faixa comemorando as 40 semanas consecutivas na lista dos livros mais vendidos de não-ficção do jornal americano New York Times. Seguindo a linha dos best-sellers da atualidade, como “Harry Potter” e “O Código da Vinci”, a trama é envolvente e rápida.

John e Jenny formam um recém casal apaixonado. Para suprir a vontade de uma criança animando a casa onde vivem, resolvem comprar um cachorro, que era presente na infância de ambos. A “bola de pêlo amarelo em forma de cachorro” cresce e se transforma em um labrador enorme de 43 kilos. Apesar das trapalhadas, portas derrubadas, remédios sem-sucesso receitados pelos veterinários, o cachorro é ótimo companheiro e, claro, melhor amigo dos donos. No final, o autor ainda tenta dar uma lição de vida aos leitores.

Simples, o livro não acrescenta muito. Os fatos engraçados e destruidores envolvendo Marley são facilmente esquecidos pelos momentos seguintes, quando ele se torna o melhor cão do mundo e faz os seus olhinhos encherem de lágrimas. Para quem tem cachorro, um ótimo livro. Para quem os odeia, melhor comprar outro…

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