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Arquivo de novembro, 2007

29/11/2007 - 15:21

Gossip Girl: dos livros para a TV, uma delicia de fofoca

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Está na boca de todos: Gossip Girl já é um grande sucesso das séries de televisão. Dirigida por Josh Schwartz, o mesmo criador da já extinta “The O.C.”, a trama narra a vida de adolescentes nova-iorquinos riquíssimos que estudam nas melhores escolas e conseguem tudo o que querem em questões de segundos. Para você que só viu na TV e está meio desantenado, uma surpresa: o seriado nasceu de uma seqüência de ótimos e divertidos livros, escritos por Cecily Von Ziegesar e, bom, as coisas não são exatamente iguais por lá.

Para começar, Serena van der Woodsen, a protagonista do enredo, não é tão boazinha quanto parece. A loira simplesmente some de Nova York, abandonando sua melhor amiga, Blair Wardolf, e leva consigo um grande mistérios. Anos depois, a moça reaparece, achando que tudo estaria bem. A diferença dos livros para a TV é a pergunta que ronda toda a história: por que Serena voltou? No seriado de Josh, o irmão tentou suicídio. Nos livros, seu irmão está muito bem, obrigado, e estudando em Brown! Epa…

Considerada a “Sex And The City” para jovens, quem leu, sabe do que estou falando. As malvadezas adolescentes e as fofocas não param de rolar, a Gossip Girl – uma garota que posta tudo o que acontece na cidade em um site da internet que é supervisitado – tem a língua afiadíssima e adora soltar alguns boatinhos por aí.

Confesso, ainda não li todos. Mas a diferença de série e livro é gritante. De tão viciante, hoje acordei de madrugada com uma vontade louca de ler “só mais um capítulo”. Josh é ótimo em seriados adolescentes, assim como The O.C., Gossip Girls promete.

Caso queira conhecer a coleção de livros de Gossip Girls, clique aqui.

Agora comenta aí, o que você está achando de Gossip Girl?

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22/11/2007 - 11:14

10 anos depois, o gran finale da saga “Harry Potter”

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“A morte é apenas uma travessia do mundo, tal como os amigos, que atravessam o mar, e permanecem vivos uns nos outros. Porque sentem necessidades de estar presentes, para amar e viver o que é onipresente. Nesse espelho divino, vêem-se face a face; e sua conversa é livre e pura. Este é o consolo dos amigos e embora se diga que morrem, sua amizade e convivio estão, no melhor sentido, sempre presentes, porque são imortais.”
William Penn – Fruits of Solitude

É assim que a última aventura do bruxo mais famoso do mundo começa. “Harry Potter e as Relíquias da Morte” é, ao mesmo tempo, triste, engraçado, sombrio e muito, muito viciante. Logo no primeiro capítulo, intitulado “A ascensão do Lord das Trevas“, os fãs já vão sentir um gostinho de raiva e ficarem esperando as próximas páginas e aventuras. E acredite, haja aventura muito bem distribuída em modestas 590 páginas. O final (se você ainda não leu e não quer saber de absolutamente NADA, pare de ler esse post agora!), bom, o final é deliciosamente feliz.

A trama começa exatamente como o livro anterior, “Harry Potter e Enigma do Príncipe“, terminou. Voldemort está de volta e pretende dominar o mundo bruxo e Harry, bom, o bruxinho, que está quase completando a idade exigida para obter a maioridade bruxa, terá que enfrentar o ser mais temido de todo o mundo acompanhado de… adivinha? Rony e Hermione (apesar de que, seja sorte ou não, aparecem criaturas salvando a vida dos três o tempo todo). Dumbledore deixou uma missão para Potter: achar e destruir as sete Horcruxes para que, assim, o Lord das Trevas pudesse ser finalmente derrotado. O único problema é que, bem, meio caduco, o professor de Hogwarts esqueceu de citar alguns detalhes cruciais para a jornada de Harry, que teve que contar com a mente preciosa de Hermione para conseguir se safar.

Vai página, vem página e você não vai conseguir pensar em outra coisa se não Harry Potter. As aventuras estão mais sombrias, os desafios estão mais complicados e surgem até palavrões no meio da trama. A jornada de Harry não é fácil e muitas vezes você vai pensar: opa, ele se deu mal! E então algo acontece…

O final é mirabolante. Parece que J.K. Rowling tinha aquilo planejado desde quando escreveu a primeira página de “A Pedra Filosofal”, todos os fatos da história se reúnem, fazendo assim algum sentido – se não me engano, essa é a primeira vez que a autora diz em que século tudo acontece, quando Harry volta para Godric Hollows, o lugar em que nasceu, e vê as datas de nascimento e morte de alguns personagens.

Prepare-se para chorar com Duda, se apaixonar por Hermione, Fred, Luna, Lupin, sentir falta de alguns seres que acabam indo para o beleléu (esse livro é um homicídio!) e vibrar pelos elfos domésticos. Aprenda a deixar de lado tudo o que você sentia por alguns personagens e, se bobear, se apaixonar por um dos Malfoys. E ria muito com Rony Weasley, o grande astro da sétima aventura de Harry Potter.

SPOILERS SÉRIOS ABAIXO
Para você que não está nem aí e quer saber o final de HP, então lá vai: Harry descobre que Snape sempre esteve ao seu lado. O professor era, na verdade, apaixonado por sua mãe e todo o ódio que tinha pelo garoto era por ele ter puxado a personalidade de Tiago, o pai de Potter. No leito de sua morte, Snape revela para Harry os planos de Dumbledore: o garoto tinha que destruir as Horcruxes e morrer, já que quando Voldemort lançou o Avada Kedavra no bebê, um pedaço de sua alma foi direto para Harry, o que o tornou uma Horcrux. Então Potter, decidido, vai ao encontro de sua morte e, realmente, “morre”. Mas calma, ele consegue retornar ao mundo dos vivos pois o que morreu, na verdade, foi só a parte da alma do Lord das Trevas. Após um papo com Dumbledore, Harry volta e se finge de morto, Narcisa Malfoy, querendo saber da saúde de Draco, salva a vida de Harry, afirmando que ele está realmente morto para Voldemort. Depois, Neville destrói a última Horcrux viva de Voldemort, sua querida cobra Nagini. Uma batalha começa no castelo de Hogwarts e Harry se vê, depois de mostrar-se vivo, cara a cara com o Lord das Trevas. É a hora da verdade! Os dois lançam um feitiço ao mesmo tempo, que se rebatem e volta para Voldemort. Pronto, ele morreu. Fim!

O curioso é que em toda a jornada Harry Potter nunca lançou um feitiço de morte em ninguém, por isso ele sai condecorado vitorioso e sem ser um assassino.
/FIM DOS SPOILERS SÉRIOS

Para você que acompanha a série desde o começo, acredito que, no fim, você vai se perguntar: o que vai ser de mim agora sem eles? Bate uma saudade…

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