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Arquivo de janeiro, 2009

23/01/2009 - 10:53

Sorte ou azar?

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Jinx é um sinônimo para má sorte – ou azar, se você preferir – e também é a forma como a família de Jean a apelidou; como se não bastasse colocar o nome da garota de Jean (João, em francês)! O apelido veio quando a garota nasceu: acabou a luz do hospital e caiu uma tempestade! Tudo já começou complicado…

Depois do meio do ano, Jinx precisou sair de sua casa por causa de um probleminha com um garoto da escola que não a deixava em paz, por isso foi para Nova York, na casa da tia Evelyn e do tio Ted. Tudo indicava que seria divertido, já que quando era criança, ela e a prima mais velha – que tem a mesma idade -, Tory, brincavam juntas. Porém, estamos falando de Jinx.

Pra começar bem a estadia, Jean chegou um dia antes do esperado e foi recebida por Petra, uma au pair alemã que cuida das crianças da casa enquanto estuda no país. Os primos Alice e Teddy receberam a garota muito bem, porém Tory não achou nada interessante ter a prima por perto.

Ao conhecer os amigos da prima, Jinx já nota que alguma coisa está errada: todo mundo bebe e usa drogas. Além do notável desagrado da prima quando Jinx se aproxima de Zach, o garoto da casa ao lado. Outra coisa estranha é que Tory acredita ser uma bruxa – o que, segundo ela, é algo de família e Jinx também deve ter poderes – e participa de um grupo de feiticeiras com as amigas.

No seu primeiro dia na casa Jinx salva Zach de ser atropelado por uma bicicleta e vai parar no hospital, onde Zach e sua família a visitam, cheios de mimo. Você acha que Tory vai deixar as coisas baratas? Será que Jinx é mesmo uma bruxa? Isso é sorte ou azar?

O livro de Meg Cabot faz você se sentir parte da história e ficar maluca para que Jinx dê um jeito de acertar as contas com sua prima maluca! “Sorte ou azar?” é da Galera Record e você pode ler o primeiro capítulo na internet, só pra ter certeza de que vai amar ler o resto! Um dos melhores livros da Meg Cabot!

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11/01/2009 - 08:40

Como se transformar na garota perfeita?

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Ruthie Bayer é uma garota… Normal. Daquelas que não se destacam no meio de uma multidão, mas também não são fantasmas. Ela é mais uma pessoa no mundo, porém ela quer mais e precisa ter mais: Ruthie acaba de se apaixonar loucamente. E uma garota nova entrou na escola e pode atrapalhar todos os seus planos, a garota mais perfeita que alguém já viu, Jenna.

Ok, você deve estar pensando que já se apaixonou diversas vezes e nem por isso teve uma crise nervosa. O problema é que ela se apaixonou por seu melhor amigo desde que se conhece por gente, Perry. E para que ele note quão incrível ela é, Ruthie precisa mostrar algo que ele nunca viu, afinal, ele convive com ela todos os dias desde sempre!

Para melhorar a situação, suas duas melhores amigas nunca entenderiam o que acontece. Vou explicar: Celeste, “que se atira em todas as situações, sem se importar com quem pode atropelar”, não é muito fã de Perry e Frances, gosta de ser chamada de Frankie, é “tímida, cheinha e um tantinho ‘maria-vai-com-as-outras’”, então também não simpatiza muito com o garoto.

Outro grande problema é a mãe de Ruthie, ela é totalmente contra tudo o que uma garota precisa para se sentir perfeita. Nada de MTV, tv a cabo ou revistas femininas. “Ela acredita que pintar os cabelos representa ‘mentir’ e que maquiagem é coisa de palhaços”, como assim?!

A única saída para conseguir arrasar na escola é recorrer à única pessoa no mundo que sua mãe não quer por perto: tia Marty. Ela é conhecida como a Deusa do Amor de Nova York, já que escreve uma coluna num jornal sobre como domar os homens. É a mulher mais segura de si e classuda de todo o mundo. Mas Ruthie só a viu uma vez, aos 11 anos. E isso já faz muito tempo!

O que fazer? Ela escolhe chamar a tia para ajudá-la e aprende a correr riscos. Uma mudança radical acontece em sua vida e Ruthie descobre que nem tudo é o que parece, que ser perfeita é muito mais do que ela sempre acreditou e que nossos sentimentos podem nos enganar muito mais do que podemos imaginar.

Tudo isso acontece no livro “Garota Perfeita”, de Mary Hogan, uma das novas autoras traduzidas pela Galera Record. O texto dela lembra bastante o de Meg Cabot e Sarah Mlynowski. O livro é muito rápido de ler e vai te deixar morrendo de vontade de fazer parte da história.

Quer ler o primeiro capítulo? Vai no site da Galera Record!

E ai, você já quis ser perfeita? O que é ser perfeita pra você?

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05/01/2009 - 16:26

O sucesso e a melação de “Crepúsculo”

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Tanto falaram – mas tanto mesmo – sobre esse tal “Crepúsculo” e os vampiros que eu acabei comprando o livro. Eu, que sempre fui meio doido com essas coisas de vampiros, ETs, chupa-cabras e afins e fiquei totalmente viciado pela série de livros do brasileiro André Vianco, que começou com “Os Sete”, quando eu tinha uns 15 anos, demorei para começar com essa aventura romântica. Mas daí o filme saiu, todo mundo encheu o saco e eu fui ler.

O enredo todo mundo já deve conhecer. Bella foi para Forks, uma cidade do interior em Washington, morar com seu pai, o Charlie. Lá, ela conhece alguém surpreendente, Edward Cullen, que, a primeira vista, tem certa aversão à menina. Depois, com o desenrolar da história, você descobre o por que: o menino é um vampiro e Bella é “cheirosa” demais para ele. Comecei o livro com certo preconceito. Tonto que sou, fui esperando ação e aventura desde a primeira página – que, convenhamos, tira pirulito da boca de criança com aquele estilo Dan Brown de se começar um livro. Depois do romance exagerado entre o vampiro e a humana, o livro começa a empolgar na hora da partida de beisebol na floresta, quando começa a caça.

Stephenie Meyer foi esperta ao escrever o livro. Ao juntar a ficção com o amor impossível, conseguiu conquistar muitas pessoas que se derreteram de amor por um Edward secular que galanteia e por Bella, uma humana que deve ter o QI elevado e nível zero de adrenalina em seu corpo.

De tudo, digo que a imagem de Cedrico Diggory, de Harry Potter, nunca irá sair de minha cabeça ao vê-lo interpretar Edward no cinema. Para quem gosta de romances, vale a leitura.

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