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30/09/2009 - 16:13

O mundo de Sofia. E só dela.

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16bComecei, há um tempão, a ler “O Mundo de Sofia“, escrito por Jostein Gaarder e publicado em 1991. Comecei a ler pelos seguintes motivos: o livro era superconhecido e eu não tinha noção do que se tratava. Acreditava que era algo sobre um mundo imaginário que Sofia vivia, ou até a forma com que a personagem encarava a vida. Errei.

O Mundo de Sofia é um livro disfarçado de literatura. Na verdade, trata-se de uma obra didática. O autor criou uma história baseada em uma menina prestes a fazer 15 anos de idade para dar aulas de filosofia. Para ensinar, literalmente, a criação, expansão, desenvolvimento e situação da filosofia. O livro começa com uma novela agradabilíssima, onde toda uma trama envolvendo Sofia e a sua caixa de correios nasce e se desenvolve, evolui. O começo é ótimo. Até que eu me senti na escola.

O filósofo misterioso começa a dar aulas da história da filosofia para a garota, que se torna fã da disciplina, deixando, ao final de cada ensinamento, pequenas lições de casa para Sofia. A forma como as aulas são escritas é ótima, porque o autor conseguiu, de um jeito legal e leve, escrever todo o desenvolvimento da filosofia no mundo. O problema é que a filosofia é complexa, é grande e é cansativa. Sócrates aparece, Platão aparece e todo o resto aparece. Daí… Eu tive que pular as aulas e ler só a trama. Não aguentei. Não consegui terminar.

Se você gosta de filosofia, do fundo do coração, leia “O Mundo de Sofia”. Caso contrário… Compre outra coisa.

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06/05/2009 - 14:46

Quando a tradução do título vale mais…

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Decidi comprar “Como Ser Legal“, de Nick Hornby, depois de assistir ao filme “Alta Fidelidade”, que foi baseado na obra homônima. Achei que, seguindo o nome do livro, a obra seria “legal”. Ledo engano. O livro, traduzido ao pé da letra, tem o nome “Como ser bom”, mas foi adaptado para não parecer piega demais. “Bom”, aqui, é no sentindo de bonzinho, de bom coração. Logo que comprei o livro, há uns 2 anos, uma amiga disse “É um dos piores do Hornby”. Eu disse “já foi”. E assim aconteceu.

Um belo dia, subi em meu guarda-roupa e o escolhi. Comecei a lê-lo e quase cai no sono. “Epa, é só cansaço”. Continuei no dia seguinte. Descobri que “Como ser Legal” é, na verdade, um livro de auto-ajuda. A história rola através de Catie Carr, uma médica da Inglaterra casada com David, um homem que escreve textos para um jornal com críticas e reclamações em relação à vida. O livro começa com uma separação espontânea, feita pelo celular, no estacionamento do supermercado. Arrependida, Catie pede perdão e volta com David, para o bem-estar de sua família, que agrega mais dois filhos. Eis que David conhece BoasNovas, um cara louco da vida que afirma ter ganhado poderes de cura depois de ter ingerido um coquetel de drogas. Nhé!

BoasNovas é aquele cara que quer mudar o mundo. Depois de conquistar David e transformá-lo em um cara “legal”, ele vai viver junto da família de Catie e transforma a vida dos filhos e da mulher um inferno. A maior ação do cara é fazer com que cada vizinho da rua de David acolha uma criança de rua para sua casa. Uns se dão bem, outros nem tanto.

Por fim, “Como ser Legal” acabou se tornando um grande livro de auto-ajuda, camuflado em uma obra pop escrita por Nick Hornby, que sai totalmente do seu lugar comum ao escrever sobre vidas adultas com problemas emocionais, financeiros e de relacionamentos. A idéia de bondade para com o mundo de BoasNovas pode ser condizente em vários momentos, mas as situações que Catie é obrigada a viver mostra que, por mais que queiramos, não é possível mudar o mundo sozinho. A sociedade vai sempre refletir em nossas ações e, para um mundo totalmente justo, teríamos que deixar de lado muitos dos nossos hábitos.

Autor: - Categoria(s): Auto-ajuda Tags: , ,
10/03/2009 - 11:42

As listas de casamento de Becky Bloom – para começar bem

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Não adianta! Não existe livro no mundo melhor que a sequência de Becky Bloom! Com aquele humor impecável, bobo, simples e direto, a londrina consegue me conquistar sempre que eu começo a correr por uma de suas aventuras. Depois de “Os delírios de Consumo de Becky Bloom” e “Becky Bloom na Quinta Avenida”, comecei no domingo “As listas de Casamento de Becky Bloom”. Todos escritos por Sophie Kinsella, é impossível – impossível de verdade – não adorar e idolatrar Becky.

Neste livro, ela está mais atrapalhada do que nunca. Luke pede sua mão em casamento e ela, obviamente, aceita. O problema é que sua mãe, na Inglaterra, fica louca com o casamento e começa, no dia seguinte, a fazer os preparativos para o evento. Para um casamento inglês. A mãe de Luke, rica e que não está nem aí para o filho, resolve fazer uma surpresa e fazer o casamento dos sonhos de qualquer pessoa para o seu filho e sua nora. Salão do Plaza Hotel, orquestra sinfônica… Em Nova York. Becky, é claro, não consegue recusar o segundo. Mas também não consegue negar a primeira opção. O que acontece no final? Bem, leia o livro, né?

O diferencial dos livros de Becky são os dilemas que parecem impossíveis acontecerem na vida de um ser humano. Tudo rola com Becky, todos os problemas mais banais do mundo se tornam uma questão de vida ou morte para ela. Sem contar as cartas, no começo dos capítulos, que dão todo um charme. Eu sempre me pego rindo sem parar no ônibus por causa daquilo.

Os livros são meio carinhos, mas valem totalmente à pena.

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05/01/2009 - 16:26

O sucesso e a melação de “Crepúsculo”

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Tanto falaram – mas tanto mesmo – sobre esse tal “Crepúsculo” e os vampiros que eu acabei comprando o livro. Eu, que sempre fui meio doido com essas coisas de vampiros, ETs, chupa-cabras e afins e fiquei totalmente viciado pela série de livros do brasileiro André Vianco, que começou com “Os Sete”, quando eu tinha uns 15 anos, demorei para começar com essa aventura romântica. Mas daí o filme saiu, todo mundo encheu o saco e eu fui ler.

O enredo todo mundo já deve conhecer. Bella foi para Forks, uma cidade do interior em Washington, morar com seu pai, o Charlie. Lá, ela conhece alguém surpreendente, Edward Cullen, que, a primeira vista, tem certa aversão à menina. Depois, com o desenrolar da história, você descobre o por que: o menino é um vampiro e Bella é “cheirosa” demais para ele. Comecei o livro com certo preconceito. Tonto que sou, fui esperando ação e aventura desde a primeira página – que, convenhamos, tira pirulito da boca de criança com aquele estilo Dan Brown de se começar um livro. Depois do romance exagerado entre o vampiro e a humana, o livro começa a empolgar na hora da partida de beisebol na floresta, quando começa a caça.

Stephenie Meyer foi esperta ao escrever o livro. Ao juntar a ficção com o amor impossível, conseguiu conquistar muitas pessoas que se derreteram de amor por um Edward secular que galanteia e por Bella, uma humana que deve ter o QI elevado e nível zero de adrenalina em seu corpo.

De tudo, digo que a imagem de Cedrico Diggory, de Harry Potter, nunca irá sair de minha cabeça ao vê-lo interpretar Edward no cinema. Para quem gosta de romances, vale a leitura.

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08/12/2008 - 11:18

Lua Nova: muito mais do que uma simples continuação

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Sempre tive uma imagem um tanto quanto deturpada de livros que têm continuações. Eu pensava que, para um livro ser bom de verdade, o autor devia conseguir sintetizar uma história legal num só volume. Mas comprei “Lua Nova”, da americana Stephenie Meyer, e mudei fácil de idéia.

“Lua Nova” é a continuação de “Crepúsculo”, livro fenômeno entre jovens de todo o mundo. Só o primeiro da saga já vendeu cerca de 6 milhões de cópias. A série inteira, que inclui também “Eclipse” e “Breaking Dawn” contabiliza mais de 17 milhões de exemplares vendidos. O sucesso no Brasil é indiscutível. A maior comunidade dos livros no Orkut tem quase 40 mil membros.

Diferente de “Crepúsculo”, que é puro romance, o livro “Lua Nova” coloca pitadas de suspense e ação por toda sua trama. Não são mais 300 páginas de como Bella descobriu que o garoto por quem apaixonou era um “sanguessuga” ou de como Edward protege sua amada até a morte.

Logo nos primeiros capítulos da obra, o casal queridinho do público é separado. Quando o irmão de Edward quase ataca Bella durante sua festa de aniversário, o vampiro apaixonado toma uma decisão: não expor mais o amor de sua vida ao perigo. Ele então inventa uma desculpa para nunca mais ver Bella e vai embora.

Bella passa meses triste e magoada, até que decide voltar a ser uma garota normal, que sai com os amigos e se diverte. Mas não é assim tão fácil. Para se aliviar das dores de um coração partido, a garota conta com a ajuda do amigo Jacob, que também se revela um menino “anormal” durante esse segundo livro. É… Jacob é um lobisomem.

A continuação de “Lua Nova” é o livro “Eclipse” e já tem data para ser lançada em português: 15 de janeiro de 2009. Até lá, a gente se contenta em reler “Crepúsculo” e “Lua Nova” e assistir ao filme, que sai no próximo dia 19 de dezembro.

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30/10/2008 - 10:48

Um romance para lembrar pela vida inteira…

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Terminei ontem de ler “Memórias de Minhas Putas Tristes”, do Gabriel Garcia Márquez e, depois de tanta filosofia e palavras bonitas, eu encostei a cabeça no banco do ônibus e fiquei pensando em duas coisas:

1 – será que eu vivo até os 90?
2 – será que eu vivo até os 90 e me apaixono por alguém?

A história, no começo, parece baboseira. Um cara que está velho, que nunca fez sexo sem pagar, quer se dar um presente de aniversário. Junta todas as suas economias que ganhou durante a vida de jornalista , liga para a dona de um bordel e pede o impossível: uma virgem de 14 anos. Êpa! Aí que a coisa esquenta. Pedofilia? É uma obra à lá Lolita, de Vladimir Nabokov, só que com o toque de Gabriel. A grande sacada do livro é a exploração do amor do velho, que, sem ao menos tocar na menina, se apaixona e descobre, no ‘fim da vida’, como é estar doente de amor.

A leitura é rápida, por ser uma nouvelle, é um livro para ser lido numa tarde de domingo, sentado num parque e tomando Coca-Cola. Depois, se prepare para a reflexão. Ta aí uma diferença que eu comecei a perceber há pouco tempo nos livros: existem textos que foram feitos para gerar, no leitor, uma reflexão e existem textos que só servem para entreter quem lê. Gabriel, de fato, faz a gente pensar.

Delgadina, nome dado à menina por quem o personagem se apaixona, cria, no máximo, dois diálogos no livro. A moça foi chamada para atender ao pedido do velho, que chega no horário marcado e encontra a menina dormindo na cama. Com pena, ele não a acorda e passa a noite do seu aniversário dormindo ao lado da garota. A partir daí, vários encontros acontecem no mesmo quarto, mesmo horário, para que o ato sexual ocorra. Porém, em todas as noites, os dois dormem um ao lado do outro. O amor nasce exatamente por essa inocência, por essa relação que os dois criam sem ao menos se tocarem. Por fim, ambos se encontram loucos de amor. Um de 91 anos, outra de 15.

O livro retrata as diferenças, em todos os sentidos, e a dor que o amor causa. Sem ser piegas, um romance delicioso para ser lido e compreendido.

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14/10/2008 - 14:22

Ensaio sobre a Cegueira, o livro e o filme

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http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=MINHANOTICIAMATREL&q=cyndilauper

Pela segunda vez eu arrisquei ir ao cinema ver um filme baseado em um livro antes de ler a obra. Pela segunda vez, eu gostei do que fiz. Claro que, talvez, o destino me colocou pra ver o que são, talvez, as duas melhores adaptações que eu já vi. Primeiro foi com “O Diabo Veste Prada”, tanto gostei que comprei o livro e o DVD, quando saiu. Agora é a vez de “Ensaio Sobre a Cegueira”. Primeiro: eu me arrependo todos os dias de ter ignorado o livro de Saramago, que ficou escondido debaixo de tantos outros no guarda-roupas, por tanto tempo. E eu amo mais ainda a Julianne Moore, mas isso não vem ao caso, obviamente.

Pois bem, para quem não leu ou viu, Ensaio é uma metáfora sobre o mundo em que vivemos, onde temos olhos, mas somos todos cegos. A história começa com um homem que estava parado no semáforo e, de repente, ele fica cego. A cegueira, no entando, além de repentina, ainda não é igual qualquer outra cegueira. Ela é branca. O que ninguém espera é que tal fato vire uma epidemia. E é exatamente o que acontece. Em pouco tempo, a ‘doença’ se espalha e foge do controle. O governo decide, então, colocar os primeiros infectados em quarentena, para evitar o contágio. Toda a história rola dentro deste lugar, que é um manicômio abandonado. Lá, as pessoas que foram presas perdem toda a sua dignidade e moral e Saramago consegue mostrar, da pior forma possível, como a humanidade não dá valor para o que tem. Detalhe: o livro foi escrito em 1995.

Ler Saramago é um tanto complicado, já que ele não separa os diálogos do resto do texto, ou seja, é tudo uma mistura que só. Mas nada que exija muito de você, só prestar atenção no que está lendo. Outra coisa que eu fiquei pasmo no livro (e no filme, claro), é que os personagens não possuem nomes, mas sim denominações. O doutor, o primeiro cego, a mulher do médico, o ladrão, a moça de óculos escuros, o menino estrábico, o cachorro das lágrimas… Ninguém possui nome próprio e eu fico imaginando o trabalho que deu fazer isso.

Enfim, o conjunto é perfeito. Tanto o livro quanto o filme são ótimos, Fernando Meirelles soube como levar a Cegueira branca para as telonas e até Saramago se emocionou. Se não leu, tá na hora…

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29/09/2008 - 15:49

Todo mundo lendo o mesmo livro

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Todo ano, o Brasil participa da campanha mundial “Read for the Record”, promovida pela ONG americana Jumpstart. A idéia é a seguinte: todo mundo deve ler o mesmo livro no mesmo dia, com o intuito de mostrar a importância da educação infantil e estimular a leitura.

Na edição deste ano, que será realizada dia 2 de outubro, o livro escolhido foi Corduroy, de Don Freeman, que conta a história de um urso, o Corduroy, que desbotou por passar um longo período na prateleira de uma loja de departamento.

No último ano, 258 mil leitores ao redor do mundo abraçaram a causa. E você, quer participar? Compre o livre correndo aqui, na Livraria Cultura.

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23/09/2008 - 09:20

A Menina que Roubava (Adorava) Livros e a Guerra Mundial

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Há muito tempo atrás, todo mundo comentava sobre “A Menina que Roubava Livros“. Eu, depois que li o post de Aline aqui mesmo no Bookmarks, resolvi comprar o livro e deixei-o no armário escondidinho. Há uns três meses, resolvi lê-lo e previ que a história não era pra mim. Comecei o livro devagar, parei, retomei e, na última semana, decidi que deveria terminá-lo (seja bom ou ruim), para avançar ao próximo. E a Liesel – e a morte – me pegaram e eu parei para ler.

O livro tem aquele tom de que você deve sentir dó de uma garota que perdeu tudo logo no começo da vida. Viu o irmão morrer e a mãe foi obrigada à doá-la para uma família qualquer da Alemanha nazista, que sofria com as palavras de Führer mas, no entanto, o seguia. Liesel conheceu o mundo da pior maneira que podia e, talvez por isso, acreditou que ninguém o merecia. A guerra, ao contrário do que disse Aline, pra mim não é apenas um cenário para a obra, mas sim o que faz toda a narrativa. A menina é uma roubadora de livros, mas isso é a coisa menos excitante que Markus Kuzak conseguiu escrever. Os capítulos de furtos só modelaram uma história totalmente superior do que você espera enfrentar. É tudo sobre a Guerra e as palavras. Dela (de Liesel) e de Hitler.

Kuzak utilizou Liesel e seus amigos para narrar a Alemanha e a Segunda Guerra Mundial pelo olhar de uma criança. Ele também usou a sua personagem para descrever as pessoas, para mostrar atitudes, para deixar claro o que toda sua pesquisa judaica resultou: em um céu que neva quente e é pintado de vermelho.

O livro mais excitante do livro (metalivro!) não é nenhum dos que a menina roubou, mas sim o que ela ganhou de Max, o amigo judeu que viveu escondido no porão de sua casa. As mensagens da obra não instigam ninguém a roubar, mas nos faz – a quem não viveu a época, claro – sentir com exatidão as consequências de uma guerra e de acreditar em um ditador, nos mostra, com piedade, a humilhação dos judeus e como a loucura de Hitler destruiu a vida de muitas famílias por absolutamente nada.

A morte é a personagem principal da história. Eu, no final, tive-a na cabeça como uma menina de uns 10 anos, que vaga pela Terra buscando almas por diversão. É a sua brincadeira. “A Menina Que Roubava Livros” é um livro daqueles que te traz tudo o que você não espera: uma boa história – diferente da imaginada, bons personagens, lições de vida e tapas na cara de realidade.

Um dia um homem decidiu três coisas sobre a vida dele:
1- Repartiria o cabelo ao contrário de todo mundo;
2- Criaria para si próprio um bigode pequeno e esquisito;
3- Dominaria o mundo.

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15/09/2008 - 15:51

Um viva a essa 11 de setembro maníaca!

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Tá, vai. Sei que o 11 de setembro já passou, mas eu só pude aparecer pra falar sobre o assunto agora, um dia depois. Pois então, vamos começar?

Os leitores mais antigos do Bookmarks devem saber que o atentado de 11 de setembro nos Estados Unidos é uma das minhas temáticas favoritas. Gosto de ler e reler como tudo aconteceu e, sempre que um novo livro sobre o assunto é lançado, corro contra o meu próprio tempo (que anda curto por causa do bendito Trabalho de Conclusão de Curso de Jornalismo- TCC) para lê-lo o mais breve possível.

Desde o 11 de setembro de 2007, quando fiz esse mini-especial sobre os livros mais interessantes relacionados à data, renovei bastante minha estante. A história é a seguinte: No começo do ano, uma amiga super querida que atualmente vive nos Estados Unidos, descobriu minha paixonite pela data e quis porque quis me presentear. Comprou então duas, em minha opinião, obras de arte preciosas e incríveis sobre o assunto.

O livro “September 11, 2001”, organizado por Max Frankel, traz as principais capas dos jornais americanos que falam sobre o atentado. São mais de 70, com diferentes manchetes, para quem, assim como eu, adora revirar o passado e ao mesmo tempo analisar o jornalismo da época (que aqui entre nós, foi bastante sensacionalista).

Já o “One Nation – American Remembers September 11, 2001” conta toda a história e a importância das torres, além de, é claro, mostrar fotos do interior do prédio no dia do caos. O legal mesmo é que ele reconstitui minuto a minuto da maior tragédia que os EUA já viveu. “One Nation” traz casos de pessoas que perderam amigos, familiares e conhecidos nas torres e mostra como é a vida deles agora.

E aí? Se empolgaram com as dicas? :*

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