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03/07/2009 - 09:00

Muito além da rebeldia

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Qual adolescente não passa por uma fase de rebeldia, nem que isso seja cortar o cabelo sozinho ou pintar as unhas de preto? O problema é que essa fase rebelde de Cyd Charisse – sim, o nome dela deve ter influenciado nesse gênio difícil – tem durado muito mais do que devia; a garota até conseguiu ser expulsa de um colégio interno…

Ao voltar a morar com a mãe, o padrasto e os irmãos em São Francisco. Cyd estava ocupando seu tempo estudando numa escola alternativa, que ela dizia ser uma desculpa para filhos de gente rica ter o que fazer além de dar trabalho, e o serviço comunitário num asilo. Foi nesse lar para idosos em que Cyd conheceu Pão-Doce, sua melhor amiga e confidente, mesmo que os anos entre a idade das duas somem mais do que a idade da garota rebelde.

O serviço comunitário não deu apenas uma melhor amiga à Cyd, mas também uma paixão. Foi lá que ela conheceu o amor da sua vida – até o momento -, o cara mais legal do mundo – segundo ela -, o Siri, um surfista gatinho que a faz suspirar. E além de suspirar, a faz ter coragem de dormir fora de casa e voltar na manhã seguinte, na maior cara de pau. Adivinha se isso não daria problema?

E o problema foi resolvido mandando Cyd Charisse para Nova York. Não, ela não foi sozinha para a cidade mais legal do mundo todo… Ela foi encontrar o pai que ela viu uma única vez na vida. E o dia em que ela conheceu o pai não sai de sua cabeça, já que foi o mesmo dia em que ele deu a ela a Pão-de-mel, a boneca e companheira de Cyd.

Conforme foi crescendo, Cyd Charisse começou a pesquisar sobre a vida do pai e até falou uma vez com ele ao telefone porque precisava de grana pra sair de uma enrascada! Durante as pesquisas ela descobriu que tinha uma irmã e um irmão. Ela sonhou muito tempo com a possibilidade de conhecê-los e conviver com sua outra família. Essa hora chegou e não vai ser exatamente como ela havia imaginado…

Pão-de-mel é o primeiro livro de Rachel Cohn e já é ótimo, imagina como será Siri, o seguinte dela? Esse livro vai além de uma história bonitinha de amor, é muito mais profundo e mexe de verdade com a gente. Vale totalmente a pena esquecer do mundo e lê-lo.

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10/03/2009 - 11:42

As listas de casamento de Becky Bloom – para começar bem

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Não adianta! Não existe livro no mundo melhor que a sequência de Becky Bloom! Com aquele humor impecável, bobo, simples e direto, a londrina consegue me conquistar sempre que eu começo a correr por uma de suas aventuras. Depois de “Os delírios de Consumo de Becky Bloom” e “Becky Bloom na Quinta Avenida”, comecei no domingo “As listas de Casamento de Becky Bloom”. Todos escritos por Sophie Kinsella, é impossível – impossível de verdade – não adorar e idolatrar Becky.

Neste livro, ela está mais atrapalhada do que nunca. Luke pede sua mão em casamento e ela, obviamente, aceita. O problema é que sua mãe, na Inglaterra, fica louca com o casamento e começa, no dia seguinte, a fazer os preparativos para o evento. Para um casamento inglês. A mãe de Luke, rica e que não está nem aí para o filho, resolve fazer uma surpresa e fazer o casamento dos sonhos de qualquer pessoa para o seu filho e sua nora. Salão do Plaza Hotel, orquestra sinfônica… Em Nova York. Becky, é claro, não consegue recusar o segundo. Mas também não consegue negar a primeira opção. O que acontece no final? Bem, leia o livro, né?

O diferencial dos livros de Becky são os dilemas que parecem impossíveis acontecerem na vida de um ser humano. Tudo rola com Becky, todos os problemas mais banais do mundo se tornam uma questão de vida ou morte para ela. Sem contar as cartas, no começo dos capítulos, que dão todo um charme. Eu sempre me pego rindo sem parar no ônibus por causa daquilo.

Os livros são meio carinhos, mas valem totalmente à pena.

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