Publicidade

Publicidade

05/06/2009 - 11:28

Sidarta para jovens

Compartilhe: Twitter


Religião é coisa chata? Todo mundo sempre acha que ser religioso é ficar dentro de uma igreja cheia de velhinhas caquéticas rezando em latim e morrendo de sono, né?! Mas existem outras coisas para descobrir no mundo além das ideias do ocidente sobre religião.

Uma história muito bacana é sobre um príncipe indiano que larga toda a riqueza para descobrir o sentido da vida. Esse tal príncipe chama Sidarta, e também é conhecido como o Buda – aquele cara gordinho de barriga de fora, sabe?

Sidarta Gautama foi o nome de batismo do Buda, o Iluminado. Seu pai o deixou dentro do palácio da família até que se tornasse adulto. O garoto não sabia como era o mundo fora dos portões de segurança, não imagina que existia pobreza, doença ou velhice. Ao encontrar todas essas “novidades” em um passeio, Sidarta se deu conta de que alguma coisa estava errada.

A vida dele já foi contada por várias pessoas, uma delas foi Hermann Hesse, que escreveu sobre esse cara há muito tempo. E então chegou o escritor e jornalista carioca Bruno Pacheco e modernizou a doutrina do budismo.

“Sidarta para jovens” é um livro que fala sobre religião de uma forma leve, rápida e que te deixa superinteressado. Quem sabe você não termina de ler e vai conhecer um templo budista ou aprender a meditar?

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , , , , , , ,
20/02/2009 - 00:01

Os demônios também se confessam

Compartilhe: Twitter

Você imagina que um garoto que estuda para ser padre pode, ao mesmo tempo, subir todos os dias ao morro mais próximo para buscar cocaína? Acredita que um médico, para assegurar seus bens, atende traficantes em suas casas? Já pensou na forma de pagamentos desses homens? Muito dinheiro, joias e objetos da valor.

Uma mulher pode ser fria ao ponto de ter um caso com a mulher de seu filho? Até onde o tesão manda em uma pessoa, em suas vontades de ações? Um homem pode ser passional e matar por, apenas, acreditar ser traído. Um pai poderia trair um filho? Ainda existe ética no mundo?

Um velho policial, que sempre teve medo do combate, pode se aposentar e continuar fingindo estar na ativa? Todas as histórias são verdadeiras até que alguém as desminta. Ídolos podem ser destruídos em poucos segundos?

A brutalidade do mundo pode endurecer um homem bom? Qualquer pessoa pode se tornar tão descrente do mundo que tem vontade de destruí-lo. Até que ponto o ser humano aceita se rebaixar para continuar vivo? Qual o limite entre viver e sobreviver?

Justiça com as próprias mãos, vingança, ódio, desejo, sexualidade, religiosidade e crenças. Uma sociedade muito parecida com a que vivemos hoje, toda a podridão que você tenta não enxergar nas pessoas enquanto circula pela cidade é jogada na sua cara durante a narrativa do livro “Quando os demônios vão ao confessionário”, da editora PTK.

Alexandre Fraga leva o leitor a um mundo onde apesar de conhecer todas as referências, sente-se perdido e com medo da capacidade de cada indivíduo ao seu redor em ser cruel. Segure o fôlego e espere que todas as histórias se cruzem, para que você entenda quão perigosa é a realidade. No fim de tudo, as vidas se cruzam seja por bem ou por mal.

Ficou com vontade de ler? Comente!

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , ,
Voltar ao topo