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24/04/2009 - 11:58

Fetiche nosso de cada dia

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Curiosidades em relação ao sexo todo mundo tem, mas Helen chega a extremos que você nunca imaginou! Ela vai te contar tudo, todos os detalhes das experiências mais estranhas que já teve enquanto espera sua recuperação de uma cirurgia: ela precisou tirar uma hemorroida, o que, segundo ela, é uma coisa extremamente comum.

A vida de Helen se resume a estudar, trabalhar, usar drogas e encher a cara com bebidas, cuidar de seus caroços de abacate – que ela trata como filhos – e fazer sexo, com homens e mulheres. Seu objetivo é saber mais sobre o prazer, entender seu corpo e conhecer todos os sabores e odores que ele produz.

Sim, Helen tem uma forma bastante peculiar de se conhecer, como utilizar as secreções do corpo como perfume, para atrair sexo, fazer seus próprios absorventes internos e deixar “lembrancinhas” nos lugares, como uma marca de sangue ou um rastro do que para nós é considerado sujeira.

Falando dessa forma, Helen parece não ser o tipo de garota que você seria amiga ou que um cara se interessaria, mas a cada pequena história que ela conta, a cada reflexão que ela tem, você nota que é apenas mais uma menina tentando entender o que está acontecendo consigo mesma e ao seu redor. Todo mundo tem fetiches e manias estranhas, a diferença é que ela divide isso com você, leitor, e o resto, esconde até de si mesmo.

“Zonas Úmidas” é como o diário da garota de 18 anos que tenta se encontrar, foi escrito por Charlotte Roche e traduzido por Claudia Abeling, para a editora Objetiva. Ao ler essa obra você entende que cada pessoa é muito mais do que você pode ver e muito menos do que suas obsessões querem demonstrar.

Perder os preconceitos e encarar as pessoas como um todo é o ensinamento do livro, com um final que nem eu, nem você podíamos imaginar. Em alguns momentos você vai ficar enjoada, mas logo passa e você não vai conseguir ficar longe das aventuras dessa garota.

Leia um trecho do livro no site da editora! Vai ter coragem de entrar nesse mundo?

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20/02/2009 - 00:01

Os demônios também se confessam

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Você imagina que um garoto que estuda para ser padre pode, ao mesmo tempo, subir todos os dias ao morro mais próximo para buscar cocaína? Acredita que um médico, para assegurar seus bens, atende traficantes em suas casas? Já pensou na forma de pagamentos desses homens? Muito dinheiro, joias e objetos da valor.

Uma mulher pode ser fria ao ponto de ter um caso com a mulher de seu filho? Até onde o tesão manda em uma pessoa, em suas vontades de ações? Um homem pode ser passional e matar por, apenas, acreditar ser traído. Um pai poderia trair um filho? Ainda existe ética no mundo?

Um velho policial, que sempre teve medo do combate, pode se aposentar e continuar fingindo estar na ativa? Todas as histórias são verdadeiras até que alguém as desminta. Ídolos podem ser destruídos em poucos segundos?

A brutalidade do mundo pode endurecer um homem bom? Qualquer pessoa pode se tornar tão descrente do mundo que tem vontade de destruí-lo. Até que ponto o ser humano aceita se rebaixar para continuar vivo? Qual o limite entre viver e sobreviver?

Justiça com as próprias mãos, vingança, ódio, desejo, sexualidade, religiosidade e crenças. Uma sociedade muito parecida com a que vivemos hoje, toda a podridão que você tenta não enxergar nas pessoas enquanto circula pela cidade é jogada na sua cara durante a narrativa do livro “Quando os demônios vão ao confessionário”, da editora PTK.

Alexandre Fraga leva o leitor a um mundo onde apesar de conhecer todas as referências, sente-se perdido e com medo da capacidade de cada indivíduo ao seu redor em ser cruel. Segure o fôlego e espere que todas as histórias se cruzem, para que você entenda quão perigosa é a realidade. No fim de tudo, as vidas se cruzam seja por bem ou por mal.

Ficou com vontade de ler? Comente!

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